jan 2, 2010
Sempre fui do tipo de pessoa que se colocava à disposição para os amigos pronta para ajudar, mas nunca havia me deparado com uma situação em que eu fosse realmente acionada neste sentido. Um dia, ouvi meu celular tocar e uma jovem amiga minha, se encontrava aos prantos pedindo minha ajuda e não conseguia expressar o que passava. Após desabafar, disse que seu cunhado havia saído e deixado uma carta, orientando que todos fossem até a Lapa (provavelmente em um ambiente obscuro) o buscar, porém a família por ser convertida, estaria na igreja buscando a Deus. O fato que a deixou em prantos foi o aviso que estava no bilhete, que se algo ruim acontecesse a ele, a família seria a culpada.
Acalmei esta jovem e juntas pelo telefone oramos. Quando terminamos, seu cunhado havia acabado de chegar.
Jaqueline Santana – Rio de Janeiro
Tags:Oração
set 2, 2009
Em uma manhã, fui apresentada a uma jovem que se chamava Natalie na Igreja Universal onde congrego. Era a primeira vez que aquele menina colocava os pés em uma IURD, e como não poderia ser diferente, como ela não conhecia ninguém, fiz questão de dar às mãos, e a convidei para a partir de então, freqüentar os encontros da Força Jovem conosco. Durante a semana, ligava e reforçava este convite a ela, e além disso, me coloquei à disposição para ajudá-la a vencer as dificuldades que enfrentava.
Natalie tinha inúmeros problemas, fumava, bebia e se não bastasse isto, se prostituía. Fui ganhando sua confiança aos poucos, e todas as vezes que a encontrava e pedia que desabafasse comigo, ela chorava muito. Me lancei em propósitos de fé para ajudar a salvá-la, dei minha vida para que ela tivesse uma Experiência com Deus. Não foi fácil para ela, várias quedas e recaídas mas jamais a deixei só, sempre a encorajava a seguir a diante, sem olhar pra trás.
Até que um dia ela por conta própria me procurou, me dizendo que não aceitava mais aquela situação, e iria mudar. A discipulei, pouco tempo depois ela estava descendo às águas e mais a frente conseguiu Nascer do Espírito Santo. Hoje Natalie é uma das líderes da Força Jovem e ao nosso lado, dá testemunho para muitos que vivem a mesma vida que ela carregava.
Valeu a pena não desistir.
Mirillene Porfírio – Curitiba
ago 25, 2009
Em uma tarde, antes de se dar início à reunião da Força Jovem, uma pessoa me chamou e me apresentou uma jovem, que por sinal estava passando por muitos problemas em diversas áreas de sua vida. Percebendo que esta menina era uma pessoa só, de pronto a abracei e a apresentei para todos os jovens ali presentes. Ali se iniciava meu privilegiado trabalho de discipulá-la.
O início foi muito difícil. A jovem não tinha forças para lutar e negar a si mesmo, suas vontades e vivia muito atormentada por causa de seus constantes problemas. Eu estava de mãos dadas a ela, a todo momento, participando a fé que tinha nos instantes mais árduos que eram transparecidos. Sentia a dor daquela alma, pela primeira vez pude ter esse tipo de sentimento sobrenatural. Perseverei até que com mais forças, ela se batizou e entregou sua vida a Jesus.
Era algo muito importante mas meu objetivo era orientá-la a buscar o Novo Nascimento. Sabia que quando ela tivesse esta experiência com Deus, jamais iria desistir e venceria um a um seus problemas. Foram orações e mais orações, orientações e graças a Deus hoje ela é uma jovem transformada, nascida do Espírito, com toda a sua vida estruturada e além disso, ganha almas ao meu lado nesta Obra. A intenção do meu coração foi vista e honrada.
Érica Ferreira Ramos – São Paulo
ago 25, 2009
Após 4 anos realizando trabalhos pela Força Jovem em outras regiões, voltei para a igreja onde comecei, minha querida IURD da Toca do Leão, Rio de Janeiro. Assim que cheguei, fiz questão de procurar visitar os jovens que haviam se distanciado da presença de Deus. Éverton foi um deles.
Ao visitá-lo, fiz questão de relembrar boas épocas quando ele estava na fé. A necessidade de Deus era grande e por fim ao convidá-lo para comparecer à reunião na IURD, ele aceitou. A surpresa porém foi o irmão de Éverton, na época com 12 anos.
O jovem via vultos e reclamava constantemente com a mãe a respeito de um “palhaço” que o visitava, um espírito imundo. Impus às mãos sobre a criança e determinei sua libertação.
Mais uma vez Deus agiu. O jovem foi totalmente liberto.
Júlio César Medeiros – Rio de Janeiro
ago 22, 2009
Existem muitas histórias interessantes, mas uma que me marcou, aconteceu faz alguns anos, eu pertencia a uma igreja dentro do bairro de Campo Grande, no Rio de Janeiro.
Era sábado, e eu estava indo para a igreja ajudar na limpeza. Estava muito chateada porque na sexta não havia levado ninguém para assitir a reunião e ia pensando nisto. Passando pela rua, vi uma mulher sentada no meio fio. Ela estava com a cabeça baixa, entre os braços apoiados por sua vez nas suas pernas. Quando a vi, como estava envolvida em meus pensamentos, não atentei para o que estaria fazendo ali. Mas, assim que passei por ela, algo chamou minha atenção, afinal, ninguém fica sentado à beira de uma estrada, com bastante movimento de carros, ainda mais durante o dia. Eu ainda não era obreira.
Quando cheguei perto e perguntei a ela se estava tudo bem, ela levantou o rosto cheio de lágrimas e balançou a cabeça afirmativamente, mas vi que nada estava bem e me pus a conversar com ela. Aquela mulher havia caminhado sem rumo durante muito tempo depois de uma briga na família e desejava morrer, pensava em se matar. Conforme conversávamos, sentei no meio fio da estrada com ela, a convenci a me acompanhar até a igreja(lá ela poderia receber uma oração). Vi que seu estado era de muita opressão.
Levei-a e chamei uma obreira para poder orá-la. Naquele momento, despertou em mim o desejo de ser usada por Deus em Sua obra, pois estava sentindo a dor daquela mulher, havia conversado com ela, sabia o que estava passando, mas necessitei chamar uma pessoa que tinha a unção necessária para fazer a mente daquela senhora ser liberta da opressão que sofria naquele exato momento.
Ela não sabe, mas foi usada por Deus para despertar em mim o desejo de dar a minha vida pelas pessoas.
Amanda Cachoeira – Rio de Janeiro
ago 21, 2009
Logo no início de minha conversão, todas as tardes me comprometia a evangelizar na Praça Rui Barbosa, centro de Curitiba. Em um desses gloriosos momentos, encontrei uma senhora, moradora de rua, catadora de lixo. Via em seu olhar a carência de Deus, não me contive e a evangelizei, falei do Amor de Deus para ela, disse literalmente que Jesus queria mudar sua vida!
A convidei para assistir a reunião de domingo pela manhã na IURD. O aceite do convite foi tão rápido quanto a presença dela. No dia marcado ela estava lá e para minha profunda alegria, sentou-se ao meu lado. Mal pude me conter de felicidade, era a primeira alma que eu ganhava para o Senhor Jesus. Ao término da reunião ela tomou a decisão de se batizar.
Perdi o contato com esta senhora, mas nunca a esqueci. Sempre orava por ela pedindo para que Deus a guardasse.
Se passaram dois anos e no dia que fui levantada obreira, para minha completa alegria, encontrei aquela senhora. Ela me procurava todo esse tempo para contar como testemunho, a mudança radical de sua vida!
Era uma outra mulher, não havia nem sombra daquela pobre senhora que encontrei naquela praça. Meus olhos se encheram de lágrimas, louvei ao meu Senhor pela oportunidade de servi-Lo e tive mais certeza que toda a minha vida só possui sentido, se for dedicada a fazer a vontade de Deus que é ganhar almas!
Jéssica Cardoso – Curitiba
ago 21, 2009
Havia uma senhora que fazia parte de um dos grupos de evangelização da IURD onde congrego. Ela, muito freqüente nos trabalhos de evangelismo, sempre disposta, um dia veio a descobrir que seu esposo estava a traindo. Foi uma surpesa, um baque muito forte . Sua feição não era mais a mesma, ficou triste, abatida e ve-la daquele jeito, sempre chorando me deixou revoltada. Fui falar com ela.
Por sua vez, ela me dizia que não havia jeito, não havia mais esperanças. Foi então que citei uma passagem de Jó 4 :4 “Tens ensinado a muitos e fortalecido as mãos fracas. As tuas palavras levantaram os que tropeçavam, e os joelhos vacilantes tu fortifcastes. Mas agora a ti te vem, e te enfadas; e, tocando-te a ti, ti perturbas.”
Ela meditou nestas palavras, chorou muito e viu que não bastava falar do Evangelho para as pessoas, era preciso vivê-lo naquele momento. O tempo se passou, ela perdoou o marido e reconstruiu seu casamento. Hoje ambos são obreiros da IURD e a todos mostram com seu testemunho, o poder de Deus.
Suellem – Rio de Janeiro
ago 20, 2009
Assim como eu fui desenganada pelos médicos e fui totalmente curada, isto também aconteceu com algumas pessoas muito próximas a mim. Minha avó paterna e meus avós maternos, foram internados com suspeita de câncer na cabeça e derrame ao mesmo tempo. Uns perderam movimentos e a minha avó materna parte da memória. Todos os visitavam como se fosse a última visita, o último dia de vida deles. No entanto, eu ainda não os tinha visto, o que veio a acontecer em datas diferentes. Era praticamente a mesma doença que os acometia ao mesmo tempo, por isso ficaram no mesmo hospital. Sabendo disso, depois de uma semana, fui visitá-los e falei da palavra de Deus a todos eles, fortaleci seus corações mostrando a importância de entregarem suas vidas ao Senhor Jesus e naquele mesmo dia determinei que todos sairiam do hospital vivos rumo a igreja. Minha avó materna recebeu alta no dia seguinte e foi à igreja na sexta como havíamos combinado, minha avó paterna recebeu alta no domingo e na quarta começou a caminhar os passos de Jesus.
Foi feito o que Deus havia colocado em meu coração. Vi a mudança em cada uma daquelas pessoas. Muitos dos que criticavam ficaram maravilhados com a manifestação do poder de Deus. Isto não tem preço.
Jhéssica de Carvalho Souza – São Paulo
ago 20, 2009
Era uma quarta-feira, mais ou menos 17:30. Eu estava no metrô, super lotado devido à hora, indo para uma reunião especial na Catedral do Rio de Janeiro. Ouvia uma música no meu Ipod, e ao olhar para o lado, vi uma moça que chorava muito.
Percebia um descaso das pessoas quanto à situação, como se nada estivesse acontecendo. Então ouvi uma voz em meu coração que dizia: “Fala com ela!”
Pensei: “Não vou falar, eu não sei qual vai ser a reação dela, eu nem a conheço!”
Então aquela mesma voz falou ao meu coração novamente:
” Fala com ela, se você não falar ela pode morrer e você não fez a sua parte.”
Não teve jeito. Fui até a menina e falei de Jesus, disse que não sabia o que estava acontecendo mas Deus poderia mudar sua vida se quisesse. A convidei para ir a igreja comigo. Ela me contou que seu filho de apenas 3 meses iria passar pela terceira cirurgia e que poderia não sobreviver.
Ela aceitou o meu convite, fomos para a Catedral, o pastor orou e determinou a cura de seu filho. Ao término da reunião, a abracei e ela me agradeceu por tê-la ajudado, além de confessar que estava maravilhada com aquela reunião e tinha certeza de que seu filho estava curado.
Saí da igreja com uma alegria indescritível, na certeza de que Deus contou comigo para ajudar aquela alma.
Jéssica Fabiana – Rio de Janeiro
ago 20, 2009
Era um domingo como qualquer outro, a mesma rotina: Às 7, acordar, 8:30 estar no ponto de ônibus, 9:00 na igreja, convidar pessoas para o grupo jovem… Mas, ainda dentro do ônibus percebi um casal subindo as escadas. Sinalizei para minha prima: “ Jú, está vendo o casal subindo, são eles’’.
Deus havia me mostrado no espírito que precisavam de ajuda, uma palavra ao menos. Pouco tempo depois os dois estavam prontos a se levantar e saltar no próximo ponto. Levantei com eles e como alguém que perseguia algo muito importante, subi escadas e quase sem ar os abordei. Estávamos perto da igreja.
Comecei a conversar com os dois sobre a Palavra de Deus e convidava insistentemente aquele casal a participar conosco da reunião pela manhã. Estávamos no hall da igreja. Neste ínterim em minha frente ela manifestou um espírito imundo, pastores vieram e a libertaram. Abracei a menina que chorava muito, a confortei e a direcionei para uma comunhão com Deus.
Uma coisa não saiu mais da minha cabeça: Em todos os momentos Deus está conosco. Sua misericórdia não tem fim.
Ana Paula Sousa – Florianópolis